Sabores inesquecíveis são lembranças que se tornam doces

A tradição culinária familiar tem como principal característica a transmissão de receitas, dicas e costumes de geração em geração, servindo como uma herança cultural e emocional que fortalece os laços, preserva memórias afetivas e promove a identidade cultural na convivência de um grupo. Essa prática não se limita apenas aos pratos, mas envolve todo um ritual em torno da mesa, a partilha de saberes na cozinha e a celebração de momentos importantes da vida.
A culinária se torna símbolo da cultura de uma família, refletindo a sua história, origem e sendo uma forma de perpetuar tradições e valores. Isso foi um importante aprendizado da empresária e dona de casa Luciana Ribeiro Gomes da Silva, conhecida pelos amigos como Luciana Ribeiro; por Luciana Nunes; por Lú e, nos últimos meses, como “Luciana bolos & tortas” depois que resolveu resgatar, no DNA familiar, a sua talentosa paixão pelo forno e o fogão.
A própria Luciana nos conta sobre essa tradição. “Venho de uma família muito ligada à culinária. Minha avó paterna, conhecida como Tia Laura da RCC e sua filha Dalva, da Dalva Doces, eram boleiras de muito talento. Na década de 1950, minha avó se tornou famosa pelos doces finos, como uvas-passas recheadas com doce de coco cobertas com glacê, além das tradicionais tâmaras recheadas”, lembrou a empresária. Ela ainda completou orgulhosa: “um de seus maiores reconhecimentos foi quando a primeira-dama, Sarah Kubitschek, provou seus doces durante a inauguração do Educandário, em Cachoeira Paulista, e se encantou. A partir daí, sempre encomendava doces que saíam de Lorena até ao aeroporto de Guaratinguetá. De lá, seguiam em voos até Brasília para adoçar as festas no Palácio do Planalto. Minha avó Laura chegou a fazer festas em São Paulo, inclusive no Hotel Fasano que chegaram a virar notícia na revista “Casa e Jardim”.


A tradição culinária familiar tem como principal característica a transmissão de receitas, dicas e costumes de geração em geração, servindo como uma herança cultural e emocional que fortalece os laços, preserva memórias afetivas e promove a identidade cultural na convivência de um grupo. Essa prática não se limita apenas aos pratos, mas envolve todo um ritual em torno da mesa, a partilha de saberes na cozinha e a celebração de momentos importantes da vida.
A culinária se torna símbolo da cultura de uma família, refletindo a sua história, origem e sendo uma forma de perpetuar tradições e valores. Isso foi um importante aprendizado da empresária e dona de casa Luciana Ribeiro Gomes da Silva, conhecida pelos amigos como Luciana Ribeiro; por Luciana Nunes; por Lú e, nos últimos meses, como “Luciana bolos & tortas” depois que resolveu resgatar, no DNA familiar, a sua talentosa paixão pelo forno e o fogão.
A própria Luciana nos conta sobre essa tradição. “Venho de uma família muito ligada à culinária. Minha avó paterna, conhecida como Tia Laura da RCC e sua filha Dalva, da Dalva Doces, eram boleiras de muito talento. Na década de 1950, minha avó se tornou famosa pelos doces finos, como uvas-passas recheadas com doce de coco cobertas com glacê, além das tradicionais tâmaras recheadas”, lembrou a empresária. Ela ainda completou orgulhosa: “um de seus maiores reconhecimentos foi quando a primeira-dama, Sarah Kubitschek, provou seus doces durante a inauguração do Educandário, em Cachoeira Paulista, e se encantou. A partir daí, sempre encomendava doces que saíam de Lorena até ao aeroporto de Guaratinguetá. De lá, seguiam em voos até Brasília para adoçar as festas no Palácio do Planalto. Minha avó Laura chegou a fazer festas em São Paulo, inclusive no Hotel Fasano que chegaram a virar notícia na revista “Casa e Jardim”.

Luciana sempre gostou de cozinhar apenas o chamado “cardápio básico”, nada muito elaborado, arriscava nos salgados e fazia sobremesas raramente. Até que, em novembro do ano passado, em uma tarde qualquer de Inverno, resolveu fazer um bolo pela simples vontade de comer algo diferente e deu super certo. Manusear ingredientes, ajustar medidas, experimentar com cuidado enquanto arriscava sabores despertaram interesse e pesquisa até que outros bolos vieram. Para a filha Lívia, um bolo prestígio. Seguido de outro, no mesmo sabor, para a amiga Renata Barbosa incluir em um café para clientes da Lolla Concept que ganhou espaço nas redes sociais, o que gerou muitas encomendas. Uma dessas foi feita pela influenciadora Stefani França que, após algumas postagens, fez os bolos da nova quituteira simplesmente “bombar”!
Sem dúvida, tratou-se de uma ressignificação de Luciana com a cozinha, gerando empolgação. A partir daí, novos testes, novas receitas e novas delícias nesse cardápio informal: outros bolos como os “Dois amores” ou “Olho de Sogra” e também vieram as tortas salgada, de frango, palmito e camarão. Tudo com os incentivos de Sílvia, sua única colaboradora (por enquanto!) e o que não tem faltado é trabalho. Pois hoje, além das encomendas avulsas e individuais, suas delícias se tornaram “objeto do desejo” de coffe break em eventos de lançamentos de coleções da Dimark, Sabrina Fernandes Brand, Lolla Concept e outras marcas. “Tem sido ótimo e muito gratificante esse reconhecimento e apoio dessas amigas. Isso me deixa muito grata e me motiva ainda mais”, comentou Luciana Nunes que, durante cerca de doze anos, sempre teve seu nome associado à moda, dona de uma bela boutique em Guaratinguetá.
Apesar de ter experiência com loja física, no momento, ela se sente realizada com a “dinâmica de vendas no digital”, “quem sabe no futuro”, arrisca a empresária. Um futuro que, por enquanto, alcança apenas até o final desse ano com gostinho de Verão. “Podem esperar mais receitas deliciosas, gosto muito de testar coisas novas na cozinha e pretendo incluir no cardápio outras receitas afetivas, com sabor de nostalgia e as muitas possibilidades dos tradicionais bolos salgados”, comentou Luciana.
Seu “laboratório” tem sido a cozinha da “Fazenda São José”, onde a família curte fins de semana no Bairro das Posses, localizado entre Lorena e Guaratinguetá. O cenário conta com provadores exigentes – o marido Cassio e os filhos Lívia e Lucas.
Enquanto prepara os pratos, Luciana exercita a sua fé. “Acho interessante que muitos que provam os meus bolos comentam, como se costuma dizer, que são para ‘comer rezando ou de joelhos’. Isso sem saber do meu hábito que é ficar na cozinha rezando o terço. Depois que descobri as histórias de Santa Zita e Santa Faustina, comecei a rezar para que intercedessem por mim, já que tudo é novo para mim. E dedico todo o meu sucesso a elas”, finalizou a empresária.
Acompanhe o trabalho no Instagram: @lucianarnunes